terça-feira, 29 de dezembro de 2009

As doenças por louise Hay


Segundo a psicóloga americana Loise L. Hay, todas as doenças que temos são criadas por nós. Afirma ela, que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo. “Todas as doenças tem origem num estado de não-perdão“, afirma. Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar. Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais. Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão. Perdoar dissolve o ressentimento. A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Louise.

Reflita, vale a pena tentar evitá-las:



AMIGDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE: Ambiente familiar inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER: Magoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição a vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de auto-valorização.
ENXAQUECA: Medos sexuais. Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro.
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.

GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORROIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
INSONIA: Medo e culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.


NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.
PULMÕES: Medo de absorver a vida.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.
RINS: Crítica, desapontamento, fracasso.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIROÍDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.




Sobre o Não - educação dos filhos...

É de suma importância o “não” dos pais, assim o filho aprende que na vida nem sempre será feita a sua vontade e que ele precisa atingir a maturidade na idade adulta; caso contrário será uma eterna criança mimada.

Aliás, existe por aí muita criança tentando educar crianças; quando surge um problema sério, esses pais querem fugir dele. Uma criança não sabe decidir com juízo, nem o que é melhor para ela. Nem tudo o que queremos é o melhor para nós.

“Ensina à criança o caminho que ela deve seguir: mesmo quando envelhecer, dele não se há de afastar” (Pv 22,6).

Não é fácil corrigir e dizer “não”, seria mais fácil e conveniente dizer sempre “sim”, pois quem diz “não” se expõe e, muitas vezes, atrai sobre si a ira do outro. Quem corrige, mesmo querendo o bem do outro, corre o risco de ser mal interpretado, contudo, demonstra um grande amor e cuidado com o outro. Só quem nos ama nos diz “não”.

Para educar é preciso esforço, dedicação, perseverança, paciência…, sobretudo, amor. Quem nos ama, os que sinceramente se interessam por nós, não têm medo de nos dizer a verdade e de nos corrigir.

Se você não consegue impor limites aos seus filhos, não desanime. É preciso tentar, começar, recomeçar… sempre é tempo de recomeçar! Confie em si mesmo, peça o Dom da Sabedoria ao Espírito Santo e mude, assumindo as responsabilidades e transmitindo os valores morais e religiosos aos seus filhos. Mais tarde eles vão lhe agradecer, tenha certeza.

Texto de Marina Adamo

Os filhos necessitam de limites


É necessário enfrentar esta questão para que as crianças tenham alguma referência na vida e não vivam na confusão e no relativismo.

LIMITE E AUTORITARISMO

Mãe Educando o seu filho

Talvez seja difícil ver a diferença entre limite e autoritarismo, mas é necessário clarear esta questão.

Nota-se que se não houver limites, as crianças fazem de tudo para procurá-los. Mas até onde elas podem chegar nesta procura? Como elas agem?

Veja este exemplo, bastante comum em qualquer família:

Depois de uma manhã com um grupo de amiguinhos, Ana quer brincar também durante o almoço. A mãe diz: “Não! Agora é hora de comer”. A criança bate os pés e se recusa a comer.

Se a mãe lhe permitisse comer sem estar sentada à mesa, provavelmente se alegraria pelo seu triunfo. No entanto, se a mãe conseguir se mostrar firme, ajudando Ana a superar o mau humor, e se Ana no fim comer tranqüilamente, ambas sairão vitoriosas. Sentir-se-ão mais unidas e satisfeitas por terem superado o conflito.

PROTEÇÃO E SEGURANÇA

A existência de determinados limites, conhecidos pelos pais e pelos filhos, faz com que as crianças se sintam mais protegidas e seguras.

Caso contrário, existem dois perigos evidentes: ou os pais são autoritários e proíbem tudo ou a criança domina os pais. Mas, se uma criança se sentir mais poderosa do que quem cuida dela, como poderá confiar em quem deveria protegê-la?

Do ponto de vista da criança, os limites podem parecer restrições e enfurecê-la, mas são também portões que protegem e dão garantia.

São os pais que devem formar nela a sensibilidade para reconhecer a diferença entre suas necessidades e suas vontades.

Existem muitas boas razões para fixar limites, como coisas primárias e simples: proibir brincar com objetos perigosos, como as tomadas elétricas, fogo, facas, armas...

As coisas começam a se complicar quando se deve decidir se uma criança pode voltar para casa sozinha, se pode ir de bicicleta ou dormir na casa de um amigo. Nisso tudo, o respeito e os desejos dos filhos são muito importantes e todo cuidado é pouco.

AUTONOMIA E RESPONSABILIDADE

Outro aspecto importante é refletir sobre aquilo que ajuda o filho ou a filha a crescer com autonomia e responsabilidade. Se os pais satisfizerem todas as vontades dos filhos, estes cresceriam fracos e sempre mais incapazes de suportar uma frustração.

Os pais, com as melhores intenções, procuram poupar o filho de qualquer tipo de sofrimento, mas podem acabar eliminando a possibilidade de desenvolver neles os instrumentos necessários para enfrentar dificuldades.

A segurança, com a qual a mãe faz os filhos respeitarem as regras que regulam as diversas atividades, ajuda as crianças a entenderem que as coisas têm uma determinada estrutura e que os fatos têm início e fim. Isso lhes servirá para superar os momentos difíceis e aprender a gerir as circunstâncias mais complicadas.

Os limites ajudam as crianças a desenvolver capacidades próprias. A criança quer atenção, ou um certo brinquedo, ou desenvolver outra atividade e, devendo esperar ou renunciar, aprende também a ser flexível e paciente, a procurar alternativas, a ser criativa: todas qualidades úteis na vida.

LIMITES COERENTES

Os limites são um dos pilares para uma boa educação, pois fornecem aquele sentido de segurança física e emotiva de que ela necessita para aprender as grandes lições do autocontrole e do comportamento ético.

Mas justamente porque ajudam a formar a estrutura da personalidade, os limites devem ser coerentes. Os pais nunca devem esquecer de que justamente eles devem ser exemplos pelos mesmos limites.

Enquanto cresce, um filho deve ser sempre envolvido na compreensão e na aceitação de seus limites. Os “não” devem encorajar o contato e não o afastamento, atrair os filhos para a reflexão...

Geralmente os “não” dos pais chegam depois do “por que?” dos filhos. Eles têm direito a uma resposta.

É importante levar em conta a personalidade e o temperamento individual dos filhos. Os limites devem ser, num certo sentido, feitos na “medida”.

Tudo isso requer um tempinho e trabalho maior do que aquilo que se gastaria esbravejando ou ameaçando punições, mas constitui o “coração” da arte da educação.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Texto muito bom!






"Você deve entender que os ingredientes necessários para se obter a PAZ e ser FELIZ encontram-se dentro de você, porque Deus está na sua essência.Assim sendo, sua vida se tornará tão suave e tranqüila que os problemas terão outra dimensão de sofrimento e consequentemente soluções mais adequadas.Meus amigos, a vida é um grande mistério, que durante toda existência da Terra, tenta-se descobrir a sua verdadeira origem, portanto, seja qual for sua crença ou filosofia de vida, denomine a origem e existência da vida de Deus.Somos a essência dessa origem, repito, seja qual for a sua crença, mesmo se acharmos que somos uma mutação do macaco ou outro ser vivo, uma energia superior motivou está mutação, seja química, física ou biológica.Então, vamos facilitar as coisas e chamar a tudo isso de Deus.E este Deus que está em todo lugar e em todas as coisas, está dentro de nós e quando nos conscientizarmos disso, preenchemos nosso vazio interior; não precisamos usar ninguém como bengala para nos sustentar.Pelo contrário, estaremos fortalecidos para somar, dividir, enfim, comungar com os outros essa força vital.Quando encontramos esta energia em nós, nunca mais experimentaremos sentimentos negativos de inveja, raiva, ciúme, ódio, baixa estima ou qualquer tipo de complexo.
Mesmo que aconteça por qualquer circunstância, a recuperação é imediata porque entendemos que somos uno com Deus ou essa Energia Suprema.Como encontrar essa energia dentro de você?Procure relaxar colocando-se em uma posição bem confortável, feche os olhos e respire profundamente.Veja como está entrando numa área cheia de paz e tranquilidade. Nesta área você encontra toda sua força, sua capacidade de criar, de mudar, de conquistar e de entender a Divindade que existe em você.Creia que tudo lhe será dado por acréscimo quando houver essa compreensão a felicidade fluirá em sua ações é como um campo magnético, se estamos em sintonia positiva só atrairemos coisas positivas para nossa vida."

Louise Hay

terça-feira, 30 de junho de 2009

Um pouco sobre a maternidade para vocês...


Esses dias eu estava sentada com a proprietária da escola do meu filho, comentávamos sobre a maternidade (o papel dos pais hj em dia na educação) e me surpreendí quando ela contou que para alguns pais - a maioria, infelizmente... os filhos deveriam ir para casa de banho tomado, cuidado, simples assim, como se isso realmente fosse o papel da escola... Me impressiono com tanta 'modernidade', com a falta de contato físico, com a distância que os próprios pais impoem aos filhos desde pequenos...Com essa falta de tempo, a falta do olhar, do cuidar, do afeto... As crianças precisam de AMOR (dentro disso eu coloco o que acredito e faço com meu filho desde que ele nasceu, falo do amor com limite assim como tantos psicólogos, educadores citam em livros, em palestras...)
Concordo que as mulheres antigamente eram criadas para cuidar da casa, dos filhos, etc... Percebo a diferença dos tempos e sei que o tempo é corrido, a vida é um malabarismo, as atenções são outras...Mas poxa, se temos um filho, se escolhemos isso precisamos cuidar desse bem precioso, precisamos nos educar como pais para conseguir a qualidade que nosso pequeno precisa e merece.


Tem algumas citações que eu assino embaixo, divido aqui com vocês...

"Depois que a mulher se torna mãe, sua personalidade e suas relações afetivas nunca mais são as mesmas: a presença da criança transforma completamente a visão que a mulher tem de si mesma, o casamento e a vida!"

"A máscara da maternidade é o sinal externo e visível da conspiração do silêncio, é o que reduz nossa fúria a murmúrios e abranda o sofrimento, transformando-o em resignação."

"...é que o faz-de-conta pode se tornar tão convincente que enganamos até a nós próprias."

"Uma pesquisa feita no Reino Unido descobriu que metade das mães com filhos menores de 5 anos, apresentam sintomas de intenso sofrimento emocional regular ou continuamente!"

"...tudo passa tão depressa!!!!" (o imperativo biológico!)

"...a maternidade é a mais enfraquecedora de todas as capacidade biológicas e está entre as mais desautorizadoras de todas as experiências sociais..."

"...as outras mulheres são rivais em potencial, em vez de possíveis companheiras de viagem..."

"...o desamparo do recêm-nascido impotente apresenta à mulher o teste supremo de sua capacidade de cuidar de alguém. Estar a sua disposição 24 de horas por dia; de longos períodos sem as horas necessárias de sono; de rotinas fisicamente exaustivas de alimentação frequente da criança, troca de fraldas, banhos e lavagem de roupa; de preocupação com gases, prisão de ventre e outros problemas digestivos;..."

"O choque de ser interamente responsável por alguém deixa as mulheres vulneráveis no plano emocional, sua vida se torna literalmente desequilibrada."

"Com o nascimento do primeiro filho a carga de trabalho doméstico de uma mulher aumenta em 91%."

"Para muitas de nós, o trabalho remunerado é uma saída necessária da panela de pressão emocional dos padrões auto-impostos de excelência materna!".

"...quanto maior a autonomia de que uma mulher desfrutava antes da maternidade, mais vai sentir sua perda. Ao mesmo tempo amamos nossos filhos tão absoluta e ferozmente quanto as mães sempre amaram."


"Ao comparar os meios e os fins, não há dúvida sobre o que a balança vai mostrar. Nove meses de desconforto, até mesmo nove meses de sofrimento intenso, são uma pechincha que a gente paga por um ser humano inteiro."

E com tudo isso a melhor de todas...

"A maternidade é o papel mais importande de todos na minha vida!"(também penso assim, mas é preciso reconhecer o quanto é difícil!)



Esse livro é fantástico, se quiser aí vão os dados:

A Máscara da Maternidade - Por que fingimos que ser mãe não muda nada?

De Susan Maushart - Editora Mellhoramentos.

Ame-se


Somos treinados, desde cedo, a amar mais aos outros do que a nós, pois
aprendemos que ao doar nosso amor, recebemos de volta a atenção do
outro. E isto é tudo que precisamos para termos avalizadas nossas
qualidades e nosso valor.

Infelizmente, a maioria dos pais não têm consciência do quão
importante é o ato de estimular e fazer crescer nos filhos o
amor-próprio e a auto-estima.


Ao invés disso, cobram-lhes a perfeição ou comparam-nos com outras
crianças e jovens que consideram mais talentosos que os próprios
filhos.

Criam, então, pessoas medrosas, inseguras e incapazes de ver em si
qualidades suficientes para que sejam valorizadas pelos outros.


Como não se pode apagar o passado, de nada adianta culpar os pais ou
ficar lamentando o que não aconteceu. O que nos resta é "desconstruir"
esse eu e fazer nascer em seu lugar alguém que consiga perceber em si
as qualidades com as quais veio ao mundo.

Ninguém, por mais desencaminhado que esteja pela negatividade e o
desamor, é desprovido de algum talento e de potencial para a
realização. Esta é uma condição inerente ao ser humano, visto que o
divino nos dota a todos dos mesmos poderes, sem distinção. As
condições de vida de cada um é que determinarão o grau de
distanciamento desse estado natural.

A tarefa não é fácil, mas é possível, sim, reverter o sentimento de
auto-rejeição que muitos ainda carregam. É necessário um esforço
consciente para apagar os registros negativos que abalaram a fé em seu
próprio poder.

O primeiro passo é parar de comparar-se com os outros, pois não
importa que existam seres mais inteligentes, bonitos ou realizados que
nós.


A tarefa primordial consiste em ouvir nosso coração e descobrir o que
ele tem a nos dizer sobre quem, de fato, somos e do que precisamos
para sermos felizes.

A resposta sempre virá, desde que estejamos empenhados verdadeiramente
em ouvi-la. O passo seguinte é reunir a coragem necessária para correr
atrás de nossos objetivos, com a consciência de que a vida algumas
vezes colocará obstáculos em nosso caminho.

Mas, se estivermos plenamente imbuídos de compaixão e de amor
incondicional por nós mesmos, nada será capaz de nos fazer desistir da
felicidade que acreditamos merecer.

Quanto mais conseguirmos rir de nossos tropeços e de nossa tendência a
assumir o papel de "maiores vítimas do mundo", mais próximos estaremos
de aceitar amorosamente quem somos e enxergar com clareza nossas
virtudes.

Criando a própria vida

Criamos continuamente possibilidades em torno de nós, mas nos
surpreendemos quando elas acontecem. Vigie bem suas idéias e observe
como elas criam sua vida. Alguém pensa que é um fracasso, que não vai
fazer nada na vida. Realmente, essa pessoa não irá fazer nada porque
sua idéia está criando a sua realidade. Quanto mais ela achar que não
está conseguindo nada, quanto mais essa idéia for reforçada pelo
feedback, mais ela achará que está se tornando um fracasso. Cria-se um
círculo vicioso.

Quem pensa que vai ter sucesso, é bem-sucedido; quem pensa em ficar
rico, enriquece; quem pensa que não vai enriquecer, permanece pobre.
Experimente e você ficará admirado; algumas vezes, nem vai acreditar.

Se um homem pensa que jamais encontrará um amigo, ele não encontrará.
Ergueu em torno de si a Muralha da China; não está disponível. Ele
precisa provar que sua idéia está certa, lembre-se. Mesmo que alguém
se aproxime com grande cordialidade, será rejeitado. Ele precisa
provar sua idéia; está muito comprometido com ela. Não irá se desviar
dessa idéia, porque ela é uma parte importante de seu ego. Ele precisa
provar ao mundo que tinha razão, que ninguém pode ser seu amigo, que
todos são inimigos. E pouco a pouco todos se tornarão seus inimigos.

Observe a sua mente. Você está constantemente criando sua vida, está
constantemente fabricando sua vida".

Osho, do livro "Vá Com Calma"